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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Governo federal investe pesado na educação em Timon

Mais uma escola inaugurada com recurso do governo federal em Timon, trata-se de uma de escola de dez salas de aula, que irá acolherar mais de mil alunos no bairro novo tempo em Timon.

Após tantas discussões nas rádios locais da cidade e nota de esclarecimento sobre quem realmente estava mandado o recurso da construção da escola e sobre as climatizações e reformas, o PT local decidiu solta uma nota após tanto tempo calado resolveram falar e mostra para sociedade de Timon de onde vêm os recursos.

É Importante esclarecer que o” valor proveniente desses investimentos é oriundo do governo federal, o Plano de Ações Articuladas (PAR), Instituído pelo Ministério da Educação (MEC) que, ao criar o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), condicionou ao governo federal, apoio técnico e financeiro aos municípios (Todos pela Educação). Com o propósito de sistematizar as demandas da educação no município, foi elaborado pela prefeitura de Timon ainda no governo passado através da Secretaria Municipal de Educação o plano que reflete na gestão atual, isso é fato e tem que ser dito inclusive para conhecimento da secretária de educação Sra. Sebastiana Veloso da Silva”
   Imagem de Reprodução do Facebook 

Conversando com um petista ele afirmou ao blog do Lourenço Dantas que já estão tomando as providências de encaminhar para um Deputado federal do partido onde o mesmo irá fazer em seu pronunciamento a leitura de todos os convênios do governo federal em Timon, para acabar com essa celeuma. 
Por : Lourenço Dantas 

Afinal, por que o Janot esconde tanto as doações feitas ao Flávio Dino e os partidos se calam diante dessa patacoada?

Só pode existir muita proteção dentro da PGR e medo dos partidos em comentar para não cutucar o poderoso Janot!!! Ora bolas!!! No G1 tem a seguinte matéria: “UTC doou R$ 5 mi a partidos para que Pessoa não falasse à CPI, diz delator”, onde diz que doações foram para DEM, PR, PMN e PRTB, segundo Walmir Pinheiro. Gim Argello ordenou repasse para blindar ex-presidente da empresa, disse. Porém não aparece nunca a doação de R$ 300 mil ao “comunista” Flávio Dino na mesma época!!! Por que tanto mistério?
G1

O ex-diretor financeiro da UTC Engenharia Walmir Pinheiro Santana, um dos delatores do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato, relatou em depoimento à Procuradoria Geral da República um suposto acordo firmado em 2014 entre o dono da empresa, Ricardo Pessoa, e o ex-senador Gim Argello (PTB-DF).
Pelo acordo, Pessoa não seria chamado a depor na CPI mista da Petrobras, que à época tinha Argello como vice-presidente, e, em contrapartida, o empresário repassaria recursos a pessoas indicadas pelo então senador.
Segundo a delação de Walmir Pinheiro, a UTC repassou R$ 5 milhões a quatro partidos a pedido de Gim Argello. O acordo, segundo o delator, seria “um tipo de blindagem” a Ricardo Pessoa.
Fonte: Caio Hostilio

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Cunha confirma que usa táxi de acusado de receber propina

RIO — Um dos carros encontrados por agentes da Polícia Federal (PF) na casa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PDMB-RJ), no Rio, nesta terça-feira, está registrado em nome de Altair Alves Pinto. O veículo — um táxi — é um Touareg branco, modelo 2013-2014, com placa LSM 1530, de Nilópolis. De acordo com informações de Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano, em delação premiada, Altair era o intermediário da propina destinada a Cunha.


 Em nota, a assessoria de Cunha afirmou que ele usa o veículo:

 "Eventualmente o Presidente aluga o veículo para prestar serviços gerais", diz o    texto.

   Policiais federais cumprem mandado de busca e apreensão na casa de Eduardo Cunha    no Rio - Márcia Foletto / Agência O Globo


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/cunha-confirma-que-usa-taxi-de-acusado-de-receber-propina-18300237#ixzz3uQN8nbjZ 
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Em depoimento à PF, Baiano apontou Altair Alves Pinto como braço direito do presidente da Câmara. Segundo o lobista, que está em prisão domiciliar, Altair recebeu uma remessa, cujo valor variavam entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão, em outubro de 2011. O montante fazia parte da propina de US$ 5 milhões, que teria sido paga a Cunha, segundo Baiano, na negociação de dois navios-sondas da Samsung Heavy Industries pela Petrobras. A entrega do dinheiro a Altair aconteceu em um escritório no Centro do Rio. O destinatário era Eduardo Cunha.




Registrado em nome de Altair, o veículo estava estacionado na casa de Cunha, em um condomínio na Barra da Tijuca, no Rio, segundo foto do jornal O Dia. Nesta terça-feira, agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) cumpriram mandados de busca e apreensão no local. Os policiais chegaram à casa do presidente da Câmara às 6h e deixaram o local às 10h45m, com um malote apreendido. Ao todo, a PF e o MPF cumpriu 53 mandados em sete estados e o Distrito Federal. A operação foi denominada Catilinária.

POR 



 

Para Cunha, Lava Jato poupa PT e mira em políticos do PMDB











alvo de mandados de busca e apreensão da Operação Lava Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusou o governo na tarde desta terça-feira (15) de buscar "revanchismo" e tentar desviar a "atenção da mídia" do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na visão do peemedebista, os investigadores do esquema de corrupção que atuava na Petrobras poupa políticos do PT e mira no PMDB.
Em entrevista coletiva concedida horas após a Polícia Federal (PF) apreender documentos e equipamentos em suas casas e escritórios, Cunha afirmou que não há a menor hipótese de renunicar à presidência da Câmara.


"O governo quer desviar a mídia do processo de impeachment e colocar em mim e no PMDB a concentração dos atos [investigados pela Operação Lava Jato]. [...] Nada mais natural do que ele [governo] querer buscar revanchismo", afirmou o deputado do PMDB. 
Na manhã desta terça, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na residência oficial de Cunha em Brasília e na casa e no escritório dele no Rio de Janeiro. A ação foi batizada de Catilinárias – uma referência ao senador romano Catilina, que tentou derrubar o governo.
Ao menos 12 policiais e três viaturas foram deslocados para a residencia oficial da presidência da Câmara, que fica na Península dos Ministros. Segundo a PF, a busca na casa do presidente da Câmara durou mais de cinco horas. Os agentes chegaram ao local por volta das 6h e foram recebidos pelo próprio deputado.
"Todo dia tem a roubalheira do PT sendo fotografada e, de repente, fazem uma operação do PMDB. Tem alguma coisa estranha no ar", afirmou Cunha, que se disse "tranquilo".
Assim como nas outras ocasiões em que esteve no foco das investigações da Operação Lava Jato, o presidente da Câmara voltou a afirmar que não irá renunciar ao cargo.
Cunha centrou a entrevista coletiva em questionamentos sobre a legitimidade das ações da Procuradoria-Geral da República. O peemedebista voltou a argumentar que foi "escolhido para ser investigado" e acusou o PT de ser o autor de "assalto" à Petrobras.
Bumlai
O presidente da Câmara também lembrou que o pecuarista Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, confessou em depoimento à Polícia Federal, nesta segunda (14), quehouve fraude na quitação de um empréstimo de R$ 12 milhões feito por ele no Banco Schahin e que esse dinheiro seria destinado a "caixa 2" do PT.
"A gente sabe que o PT é responsável por esse assalto que aconteceu no Brasil. Esse assalto na Petrobras. Hoje o dia é a notícia que o Bumlai entregou R$ 12 milhões do caixa dois para o PT e ficou pequeno no jornal. Todo dia tem denúncia do PT. Como o povo é inteligente e sabe que o dia de hoje é o dia do Conselho de Ética e a véspera da decisão sobre o impeachment, sabe que tem alguma coisa estranha no ar", disse.
"Não me parece que ninguém do PT que tem o foro que eu tenho é sujeito a qualquer tipo de operação. Só são sujeitos de operação aqueles que não são do PT", completou Cunha.
Neste momento, os repórteres retrucaram dizendo que o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), foi preso em decorrência das investigações da Operação Lava Jato.
Cunha respondeu dizendo que o caso é "diferente". "O Delcídio foi preso num flagrante, por crime de flagrante", ressaltou o peemedebista.
Delcídio do Amaral foi preso em 25 de novembro acusado de tentar obstruir as investigações da Lava Jato. Uma conversa gravada pelo filho do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró revelou que, entre outras coisas, o petista havia sugerido alternativas de fuga para o ex-dirigente da estatal.
'Estranheza'
Cunha também disse que causou "estranheza" a realização da operação no mesmo dia em que foi realizada reunião do Conselho de Ética para analisar seu processo e na véspera da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o rito do processo de impeachment. Mesmo assim, o peemedebista disse que considera "nada de mais" a ação da PF.
"Houve 53 mandados de busca e apreensão. Entre eles, em três endereços meus. Minha residência oficial em Brasília, minha residência no Rio de Janeiro e no meu escritótio. Até aí, nenhum problema. Nada de mais, faz parte do processo investigativo", disse.
"O que estranho é a gente estar no momento no dia que vai ter o Conselho de Ética e na véspera da decisão do processo de impeachment e de repente deflagram uma operação. A denúncia foi feita quatro meses atrás", complementou o deputado.
Chaveiro
Questionado por jornalistas sobre o que a Polícia Federal levou da sua casa, Eduardo Cunha não quis dar detalhes: “São papéis, papéis”, enfatizou.
Ele contou ainda que um chaveiro foi chamado para abrir um cofre “velho e antigo”, mas que não havia nada dentro. “Eu chamei [o chaveiro] porque em toda residência de deputado federal tem um cofre velho, antigo e que ninguém nem sabe, nunca foi aberto esse cofre. Eu nunca tive a chave desse cofre. Eu chamei o chaveiro, mandei chamar, para abrir o cofre e nada tinha”, relatou.
Cunha minimizou ainda a apreensão do seu celular durante a operação da PF. Ele disse que o procedimento é “normal” e que, logo mais, o equipamento estará de volta.
“O celular é normal, quando eles [PF] fazem busca e apreensão, eles recolhem para fazer a captação dos dados e devolvem depois. Devem estar me devolvendo.”
Conselho de Ética
Em meio à entrevista, Eduardo Cunha também atacou o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PSD-BA), acusando-o de não seguir o regimento interno da Câmara no colegiado e de agir seguindo orientação do governo federal, em especial do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, conterrâneo do deputado do PSD.
“Todos sabem a relação e a dependência do presidente do Conselho de Ética com Jaques Wagner. Todos sabem a pressão do Planalto para fazer o processo no Conselho de Ética andar”, destacou.
O peemedebista reclamou ainda da decisão de José Carlos Araújo – referendada pela maioria dos integrantes do colegiado –, de não conceder prazo adicional para os deputados analisarem o parecer preliminar apresentado nesta terça pelo deputado Marcos Rogério (PDT-RO), novo relator do caso Cunha. O parlamentar do PDT recomendou a continuidade das investigações do processo de cassação.
O presidente da Câmara afirmou que irá recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, talvez, ao Supremo Tribunal Federal (STF) por cerceamento da defesa. “Essa decisão de hoje, obviamente, é nula”, disse Cunha.
“Todo mundo que tem o mínimo de conhecimento do regimento dessa Casa sabe que fizeram jogo para a plateia, que é nulo o que está feito hoje” complementou.
Tumulto no Salão Verde
Ao final da entrevista coletiva de Cunha, houve um pequeno tumulto no Salão Verde. A secretária parlamentar do PSOL Evelyn Silva disse ter sido agredida por um segurança da Polícia Legislativa que arrancou das mãos dela uma camiseta com os dizeres "Fora, Cunha".
Ela contou que fazia um protesto silencioso sozinha enquanto ouvia o presidente da Câmara falar, quando foi surpreendida pelo segurança.
"Ele arrancou da minha mão a camiseta e eu saí correndo atrás dele. Fui agredida", disse. Segundo a secretária parlamentar, o segurança correu para dentro do plenário com a camiseta na mão e ela teve o acesso barrado. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Câmara, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
PMDB
A Operação Catilinárias, deflagrada nesta terça, teve como foco principal políticos filiados e ligados ao PMDB, partido do vice-presidente da República, Michel Temer, e que detém a maior bancada na Câmara dos Deputados.
Além de Cunha, foram alvos da operação os ministros, Celso Pansera (PMDB-RJ), de Ciência e Tecnologia, e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do Turismo; e o deputado Federal Aníbal Gomes (PMDB-CE).
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também encaminhou ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, uma solicitação para entrar na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). No entanto, o magistrado da Corte negou autorização para a Polícia Federal (PF) apreender documentos e outras provas na residência de Renan.
A PF também cumpriu mandado na sede do PMDB em Alagoas, reduto eleitoral de Renan Calheiros. Apesar de não ser alvo direto da operação, a Procuradoria Geral da República fechou o cerco em torno do peemedebista. Das mais de cinco dezenas de ações da Polícia Federal nesta terça, ao menos duas miraram pessoas ligadas a Renan Calheiros: o deputado Aníbal Gomes e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.
Nathalia Passarinho e Fernanda Calgaro
Do G1, em Brasília