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terça-feira, 3 de maio de 2016

PMDB Timon lança pré-candidatura de Franck Gomes a vereador


Nesta sexta-feira (29) o PMDB de Timon lançou a pré-candidatura do radialista Franck Gomes (PMDB). O evento aconteceu na sede do PMDB Timon e contou com a participação de amigos, parentes e vários simpatizantes da candidatura de Franck. Estiveram presentes também a pré-candidata a prefeita de Timon, Professora Socorro, e o presidente do PMDB de Timon, professor Sétimo. Franck é um dos primeiros pré-candidatos do grupo da Professora Socorro a lançar sua pré-candidatura. Outros pré-candidatos de outros partidos aliados já estão com datas agendadas para começar a caminhada ao lado de Socorro.


Franck já atua nos movimentos de bairro incentivando cada vez mais ações que possam tornar a juventude timonense cada vez mais digna, com eventos esportivos e culturais. Além da pré-candidatura, Franck também anunciou a construção de um centro cultural que será concluído em breve.

“Queremos ser a voz da população, da comunidade, tentando trazer essa angústia que fica no peito do cidadão comum que não é alcançado pelo poder público. Nossa luta já começou a bastante tempo e a gente espera que essa luta chegue nas eleições vitoriosa e Timon possa viver essa nova política, de um político que está sempre voltado pro povo mais carente”, disse Franck.

No evento, lideranças de bairro, desportistas, artistas, lideranças LGBT e da sociedade civil prestigiaram o evento. Professora Socorro afirmou estar feliz com esse início de caminhada ao lado dos pré-candidatos a vereador e que candidatos com ideias novas como Franck engrandecem o grupo.

“O Franck esse jovem que está no PMDB que agrega esse valor para nosso partido é um idealizador é um homem que gosta de cultura e é preocupado com a juventude, preocupado com termos uma juventude sadia, uma juventude com oportunidades. Já vem fazendo esse trabalho a algum tempo e agora então quer materializar através de um mandato popular.Então nós do PMDB estamos aqui exatamente para fazer isso”, disse Socorro.

Ascom Professora Socorro 

Whatsapp recorre contra decisão de juiz que determinou bloqueio do aplicativo por 72 horas

                             Justiça determinou bloqueio do aplicativo por 72 horas Divulgação


 O diretor global de comunicação do WhatsApp, Matt Steinfeld, afirmou nesta segunda-feira (2) que a empresa recorreu da decisão judicial que determinou o bloqueio do aplicativo por 72 horas, informou o site do jornal Correio do Povo, parceiro do R7.

Steinfeld afirmou ao jornal que os responsáveis pelo aplicativo dialogam com as autoridades brasileiras para evitar impasses jurídicos.

— Estamos nos encontrando com oficiais, advogados e promotores no Brasil para responder suas perguntas, entender suas preocupações. Podemos fazer um trabalho melhor para educar as pessoas a respeito de como o serviço funciona e o que somos capazes de fazer para atender às ordens judiciais.
Steinfeld descartou a possibilidade de deixar de operar no Brasil.

— Nossa esperança é de continuar crescendo e que o Brasil continue a ser um dos maiores mercados [...] Queremos resolver os problemas de forma colaborativa.

Na manhã desta segunda-feira, o juiz Marcel Montalvão, de Lagarto (Sergipe) determinou o bloqueio após supostamente a empresa que gerencia o aplicativo recusar-se a fornecer dados à Justiça. O processo que motivou a decisão judicial está em sigilo.

Montalvão é o mesmo magistrado que ordenou a prisão do vice-presidente do Facebook, Diego Dzodan, em março.

Brecha

Mesmo após o bloqueio, alguns usuários do aplicativo continuam conseguindo enviar mensagens quando estão conectados a uma rede wifi que não seja gerenciada por uma grande operadora.
O R7 conseguiu enviar mensagens às 15h30 e, novamente, às 17h30 por meio de um aparelho com plano da Vivo conectado ao wifi. Os destinatários, um deles da Vivo e outro da TIM, também conectados a rede wifi, conseguiram receber as mensagens e responder.

Entre um horário e outro, houve um período de instablilidade.

A rede de wifi utilizada para enviar as mensagens, porém, não é gerenciada por nenhuma das operadoras submetidas à decisão judicial.

A reportagem tentou também com outros aparelhos de diversas operadoras — inclusive outros da Vivo e da TIM — conetacos a uma rede de wifi da Vivo e não obteve sucesso.

 
“Bloqueio do WhatsApp por 72 horas?! Pra mim muda nada. Continua liberado para uso por wifi”, postou outro estudante, de Campinas.

As mensagens enviadas quando o aparelho depende de dados móveis não chegam aos destinatários.
Aplicativo
Outros usuários ouvidos pelo R7 afirmam que continuam com o Whatsapp em funcionamento após baixar um aplicativo que camufla a localização do usuário no mundo. Com isso, as mensagens passam por outros países antes de chegarem aos destinatário.

Os aplicativos do tipo constroem uma rede privada de conversa. Nem todas as redes, porém, são seguras. Por isso, é preciso cuidado.

Anatel

O presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), João Rezende, disse que o bloqueio do aplicativo é uma medida desproporcional porque acaba punindo os usuários do serviço.
— O WhatsApp deve cumprir as determinações judiciais dentro das condições técnicas que ele tem. Mas, evidentemente o bloqueio não é a solução.

Segundo Rezende, a Anatel não pode tomar nenhuma medida para restabelecer o serviço, porque não é parte da decisão judicial.

O R7 procurou a Vivo e a TIM. A TIM afirmou que os casos relatados pela reportagem são pontuais e que a operadora está investigando. A Vivo afirmou que "cumpre rigorosamente a decisão judicial de bloqueio ao acesso ao WhatsApp, em suas redes fixa e móvel, em âmbito nacional, incluídos serviços wi-fi baseados na rede da operadora".

Do R7